Carcinoma sebáceo: sintomas, causas e tratamentos

Carcinoma sebáceo: sintomas, causas e tratamentos

O carcinoma sebáceo é um tumor raro de pele que afeta mais comumente a pálpebra, sendo demasiadamente maligno e possivelmente letal.

Entretanto, outros locais possíveis incluem o pescoço e o rosto, os braços e as pernas, o interior do ouvido e da boca e os genitais.

Este tipo de câncer de pele normalmente é encontrado em áreas da pele que possuem glândulas sebáceas,ou seja, em qualquer área do corpo onde essas glândulas estejam presentes.

Sintomas

O tumor pode se apresentar através de um pequeno nódulo avermelhado ou amarelado na pálpebra, de início de forma bem parecida a um calázio (popularmente chamado de viúva ou terçol).

Com o desenvolvimento do tumor, a pele da pálpebra propende a se tornar espessa e há perda dos cílios e a visão fica distorcida.

Causas e Fatores de risco

Fatores que podem contribuir para o desenvolvimento deste tipo de câncer cutâneo incluem a exposição ao sol e o enfraquecimento do sistema imunológico. A idade é outro fator. Pois, a maioria dos pacientes que desenvolvem esta doença tem mais de 40 anos.

O sexo também pode ser um fator contribuinte, devido às mulheres desenvolverem com mais frequência dos que os homens essa condição.

Também, o tratamento com radiação pode contribuir para o aparecimento desse tipo de câncer incomum, devido ao fato de alguns pacientes que tratam alguma outra patologia com radioterapia futuramente podem desenvolver esses tumores de pele.

A genética é outra causa possível da doença. Pacientes que desenvolvem síndrome de Muir-Torre, uma rara doença genética que deixam os pacientes mais propensos a variados tipos de câncer, podem desenvolver o carcinoma sebáceo.

Esse tipo de câncer pode ser um indicativo de que um paciente tem síndrome de Muir-Torre, entretanto, qualquer pessoa que desenvolva a condição também deve ser examinado, para diagnóstico dessa possível síndrome.

Apesar desse tipo de câncer ser uma condição bem rara, ele também é muito agressivo. Os tumores podem reaparecer após o tratamento. Essa recorrência ocorre normalmente dentro de cinco anos do diagnóstico inicial.

Diagnóstico

O diagnóstico se dá através do exame de biópsia, onde um pequeno fragmento de pele é removido sob anestesia local para realização do exame anátomo-patológico. Depois do necessário acompanhamento médico, todo paciente que esteja com calázio ou lesão de blefarite não responsiva a tratamento deve ser biopsiado para afastar a possibilidade do carcinoma sebáceo.

Tratamento

O tratamento através da cirurgia micrográfica de Mohs é padrão para este tipo de câncer. Este método resulta em uma menor taxa de mortalidade e recorrência da doença do que a cirurgia convencional.

A cirurgia micrográfica de Mohs possibilita ainda que o tecido sadio tenha uma preservação maior, o que é favorável nas áreas mais comuns onde este tipo de tumor acomete.

Outra vantagem desse procedimento é a facilidade de visualização das margens de segurança no momento da intervenção de remoção do carcinoma sebáceo.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!



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Tumor de células de Merkel: sintomas, causas e tratamentos

Tumor de células de Merkel: sintomas, causas e tratamentos



O tumor de células de merkel, é considerado um tipo raro de câncer de pele e sua ocorrência se dá devido ao crescimento descontrolado das células de merkel, que são células do tipo neuroendócrinas da pele, que possuem função sensorial e são  encontradas principalmente na base da epiderme (camada superior da pele).

Normalmente, esse câncer surge devido a exposição da pele ao sol, e pode atingir qualquer região do corpo, porém as áreas mais suscetíveis a ele são o rosto, pescoço, braços e as pernas.

A média de idade de pessoas diagnosticadas com esse tumor é de 75 anos, porém, os idosos não são os únicos afetados por essa doença, ela também pode atingir jovens e adultos que possuem um sistema imunológico um pouco mais debilitado.

Sintomas

O tumor de células de merkel costuma ter uma evolução rápida, fator que pode contribuir para o seu disseminamento em forma de novos nódulos em outras regiões da pele e nos linfonodos mais próximos.

Normalmente, esse tumor não causa nenhum tipo de dor e é caracterizado por um caroço duro e brilhante da cor da pele do indivíduo ou com um tom meio avermelhado.

É importante ressaltar que, em sua fase inicial, ele pode parecer com vários outros tipos de câncer de pele. Por esse motivo, ao notar a presença de qualquer novo crescimento, inchaços, manchas ou modificações nos nódulos busque ajuda de um médico o mais rápido possível.

Causas

A causa do tumor de células de merkel ainda não é totalmente conhecida, entretanto, existem alguns fatores de risco que podem aumentar a probabilidade do indivíduo desenvolver um quadro dessa doença.

O que se sabe, é que esse câncer de pele é resultado de algumas mutações no DNA das células de merkel, que se transformam em oncogenes ou desativam os genes supressores de tumor.

O DNA é um tipo de molécula que compõe todo o material genético de um organismo e coordena o desenvolvimento e o funcionamento de todas as células. Por esse motivo, o DNA também pode ser responsável pelo desenvolvimento de certas doenças, como por exemplo esse câncer de pele.

É importante ressaltar, que esse tumor não possui caráter hereditário, ou seja, as alterações no DNA responsáveis pelo surgimento dessa doença não são suscetíveis a serem herdadas de outros familiares.

Tratamento

Por se tratar de uma condição rara, o tratamento para o tumor de células de merkel ainda não é totalmente conclusivo, e não se sabe ainda a melhor forma de tratá-lo.

No entanto, é necessário determinar alguns fatores como idade, localização, estado de saúde do paciente e se houve ou não a disseminação do tumor para outros órgãos.

O tratamento mais comum é por meio da realização de uma cirurgia, onde é feita a remoção do tumor, seguida na maioria das vezes, por radioterapia ou biópsia.

Em casos onde o tumor de células de merkel se disseminou para outros órgãos, o tratamento mais recomendado é por meio de sessões de quimioterapia. 

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Qual a diferença entre cisto e câncer no ovário?

Qual a diferença entre cisto e câncer no ovário?



O câncer no ovário consiste no desenvolvimento de um tecido doente nos ovários. As mulheres possuem dois ovários, um de cada lado do útero e, suas funções são a produção de óvulos e dos hormônios sexuais femininos (estrogênio e progesterona).

Entre todos os outros tipos ginecológicos de câncer, é o que apresenta diagnóstico mais difícil e, também maior letalidade, devido os sintomas normalmente se apresentarem quando a doença já está em um estágio avançado, por isso a necessidade de consultar o médico regularmente.

Sua incidência está relacionada a fatores hormonais, genéticos e ambientais. O histórico familiar é o fator de risco isolado mais importante (em torno de 10% dos casos). A doença pode acometer mulheres de todas as idades, porém, sua frequência maior está em mulheres com mais de 40 anos.

Já o cisto no ovários consiste numa bolsa cheia de líquidos que se origina dentro ou em torno do ovário, e que pode gerar dor, dificuldade para engravidar e/ou atraso na menstruação.

Normalmente, o surgimento de cistos nos ovários não mostra sintomas e não necessita de um tratamento específico, de uma forma geral, a tendência é que eles sumam naturalmente. 

Entretanto, quando o cisto cresce demais, se rompe ou até mesmo quando ele fica torcido no ovário, podem aparecer sintomas como dor abdominal e menstruação descontrolada, que podem piorar durante a ovulação, relação íntima ou ainda devido aos movimentos naturais do intestino. 

Sintomas do câncer de ovário

A maioria das mulheres não apresenta sintomas até a doença alcançar um estágio avançado. Entretanto, quando se manifestam, os mais característicos são:

  • Aumento do volume abdominal;
  • Dor;
  • Alteração da função digestiva;
  • Constipação (prisão de ventre);
  • Massa abdominal palpável.

Conhecer o seu corpo é fundamental para que os sintomas sejam notados de forma rápida e o auxílio médico possa ser buscado o mais breve possível.

Sintomas do cisto de ovário

É incomum um cisto de ovário apresentar algum tipo de sintoma, porém, quando este se encontra em um tamanho muito grande, podem surgir sintomas como:

  • Dor durante a ovulação;
  • Dor durante o contato sexual;
  • Atraso da mesntruação;
  • Dor no ovário, do lado onde o cisto se encontra;
  • Sensibilidade nas mamas aumentada;
  • Sangramento vaginal, fora do período menstrual;
  • Aumento de peso;
  • Dificuldade para engravidar.

Tipos de cisto de ovário

Existem diversos tipos de cistos de ovário, veja quais são os mais comuns:

Cisto folicular

Surge quando a ovulação não acontece ou quando o óvulo não sai do ovário durante o período fértil. Normalmente, não apresenta sintomas e não necessita de tratamento.

Seu tamanho varia de 2,5 cm à 10 cm e geralmente diminui no período de 4 a 8 semanas, e não é considerado um tipo de câncer.

Cisto de corpo lúteo

Pode aparecer depois da liberação do óvulo. Seu tamanho varia de 3 a 4 cm e pode se romper durante a relação sexual, entretanto, não é preciso tratamento específico. Se houver dor forte, queda de pressão e batimento cardíaco acelerado, pode ser preciso retirá-lo através da cirurgia laparoscópica.

Cisto hemorrágico

Pode causar dor pélvica e ocorre quando há sangramento na parede do cisto para o seu interior.

Fibroma ovariano

É uma neoplasia mais frequente na menopausa, seu tamanho pode variar, desde microcistos, até passarem de 23 Kg, e devem ser removidos através de cirurgia.

Endometrioma ovariano

Surge nos casos de endometriose nos ovários (endométrio fora do útero), seu tratamento pode ser através de remédios ou cirurgico.

Cisto adenoma

Esse tipo de cisto é benigno, ou seja, não é considerado câncer no ovário, porém, deve ser removido através de laparoscopia. Além disso, o diagnóstico pode ser feito através de exames clínicos como palpação da região pélvica, ultrassonografia transvaginal, ressonância magnética e tomografia computadorizada.

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Estou com um mioma uterino. Devo me preocupar?

Estou com um mioma uterino. Devo me preocupar?



O mioma uterino é um problema que costuma aparecer em mulheres que estão na idade fértil. É resultado de um problema hormonal, que acaba formando pequenos nódulos no útero.

Como se trata de um tumor benigno, ao descobrir sua existência muitas mulheres se perguntam se devem se preocupar ou pensar em fazer uma cirurgia para remover os nódulos.

A verdade é que, geralmente, não há motivos para preocupações. Inclusive porque o problema pode ser totalmente assintomático.

Quais são os sintomas do mioma uterino?

Para algumas mulheres o mioma é completamente assintomático. Tanto que só é detectado durante um exame de rotina. Ainda assim, os sintomas mais comuns que indicam o problema são:

  • Período menstrual com mais de sete dias;
  • Forte sangramento menstrual;
  • Dor durante o ato sexual;
  • Cólicas fortes, mesmo fora do período menstrual;
  • Prisão de ventre.

Ao identificar a presença de qualquer um desses sintomas, converse com seu ginecologista. Até porque, mesmo que não se trate de um nódulo uterino, todos interferem em seu dia a dia.

Quais as causas do mioma uterino?

Não existe uma causa definida para o aparecimento de nódulos no útero. O que se sabe é que a progesterona e o estrogênio, podem estar ligados a isso. Assim, qualquer alteração hormonal pode causar os nódulos.

De qualquer forma, existem alguns fatores de risco. Mulheres que tiveram a primeira menstruação precocemente também estão mais propensas ao desenvolvimento de miomas uterinos.

Além disso, a predisposição genética e a obesidade podem aumentar as chances de desenvolver este tumor benigno.

Quando existem motivos para se preocupar?

Como não se trata de um câncer e o mioma uterino raramente evolui para um tumor maligno, nem sempre é recomendado fazer a cirurgia para retirada dos nódulos. Geralmente não há motivos para se preocupar e o objetivo é reduzir os sintomas causados pelo mioma.

Até porque, muitas mulheres acabam descobrindo sua presença apenas em um exame rotineiro, mas não tiveram nenhuma queixa ou desconforto.

Há motivo para se preocupar quando o sangramento dura por mais de um mês, quando as cólicas são muito fortes e não diminuem mesmo com o uso de medicamentos e se houve aumento no tamanho do útero.

Ainda assim, o primeiro passo é tratar o mioma de forma clínica, com o uso de medicamentos, de forma a preservar o útero. Especialmente se a mulher tem o intuito de ter filhos e ainda está longe da menopausa.

Quando os medicamentos não resolvem, pode ser recomendada a miomectomia, uma cirurgia que consiste em retirar apenas o mioma, mas preserva o útero. 

A retirada do útero só é recomendada no caso de nódulos muito grandes, que continuam crescendo mesmo durante o tratamento e a mulher não tem interesse em engravidar.

Como é feito o tratamento?

Conforme relatado no tópico anterior, existem três formas de tratamento para este tumor benigno. A primeira envolve o uso de medicamentos que irão impedir que o nódulo continue crescendo – podendo até ser reabsorvido pelo próprio corpo – e reduzir os sintomas incômodos.

A segunda é a cirurgia para retirada dos miomas, preservando o útero. E a última alternativa, apenas quando as anteriores não tiveram bons resultados, é a histerectomia. 

Como você pode ver, você só deve se preocupar com um mioma uterino quando causa muito incômodo ou é identificado que está crescendo, interferindo no tamanho do útero. De qualquer forma, converse com seu ginecologista para decidirem juntos qual o melhor tratamento para o problema.

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4 tipos de câncer mais comuns nas mulheres

4 tipos de câncer mais comuns nas mulheres

O câncer pode aparecer em qualquer pessoa, e existem diversos fatores de riscos com uma forte associação com o desenvolvimento da doença como o uso do tabaco, do álcool e também a predisposição genética. Os tipos de câncer mais comuns em mulheres são os de mama, do colo do útero, de tireoide e colorretal.

Vale destacar que o câncer de pele do tipo não melanoma é o tipo de câncer mais frequente entre homens e mulheres.

Tipos de cânceres mais frequente nas mulheres 

Veja, a seguir, os 4 tipos de cânceres que mais afetam as mulheres:

1- Câncer de mama

É o tipo mais comum entre as mulheres. 

Os principais fatores de risco são o histórico familiar, primeira gravidez após os 30 anos, ausência de filhos, uso de anticoncepcionais, obesidade, consumo de álcool e a idade, sendo a incidência maior em mulheres acima de 50 anos, porém, pode acometer também as mulheres mais jovens, entretanto, a incidência é bem menor.

Normalmente, este tipo da doença apresenta um índice elevado de cura, desde que seja diagnosticado o mais breve possível. 

Fazer o autoexame e regularmente procurar um médico com o intuito de realizar exames de rotina como a mamografia por exemplo, são fundamentais e exaustivamente frisados em campanhas de conscientização da doença. 

Vale lembrar, que apesar de não ser comum, esse tipo de câncer também pode acometer os homens.

2- Câncer colorretal

Este tipo da doença inclui tumores que afetam o intestino grosso que é subdividido em cólon e reto. De forma geral, esses tumores têm como característica a origem de pólipos, que são lesões benignas que podem se desenvolver lentamente na parede interna do intestino grosso, levando anos até que se torne um tumor maligno.

A identificação por meio da colonoscopia e a retirada desses pólipos é uma maneira de prevenção do aparecimento dos tumores que, quando aparecem e são detectados de forma precoce tem grandes chances de cura. 

Os principais fatores de risco incluem uma dieta rica em gorduras e carnes vermelhas processadas (salsicha, bacon, presunto, mortadela, salame), a idade superior a 50 anos, a obesidade, o tabagismo, o alcoolismo e a falta de exercícios físicos.

O fato de algum familiar próximo, de primeiro ou segundo grau, já ter tido pólipos, câncer colorretal ou alguma doença inflamatória intestinal, também podem ser considerados fatores de risco.

3- Câncer de colo do útero

Este tipo da doença é causado pela infecção insistente por alguns tipos do HPV (papiloma vírus humano). Existem muitos tipos de HPV, divididos em dois grupos, os de baixo risco e os de alto risco.

Os vírus de baixo risco são causadores das verrugas genitais, uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns, normalmente são combatidas pelo sistema imunológico sem causar grandes problemas.

Já os HPVs de alto risco, especialmente os tipos 16 e 18 que são oncogênicos, têm a capacidade de se incorporar ao material genético do hospedeiro e são relacionados ao desenvolvimento do câncer

Hoje em dia existem exames preventivos, principalmente o papanicolau, que identifica as alterações das células, ainda no início, favorecendo o diagnóstico, tratamento e cura da doença.

4- Câncer de tireoide

É de suma importância que glândula tireoide que é responsável pela produção de hormônios que regulam o metabolismo corporal esteja funcionando perfeitamente.

Ela é responsável por regular vários órgãos do corpo como o cérebro e o coração. E, também trabalha em vários mecanismos como o desenvolvimento e crescimento de crianças e adolescentes, regula os ciclos menstruais, fertilidade, peso, concentração memória, humor e controle emocional.

É comum surgirem nódulos benignos nessa região, entretanto, podem ser removidos por meio de cirurgia ou controlados com medicamentos apropriados. Porém, em alguns casos, esses nódulos podem progredir para carcinogênese (câncer) de tireoide.

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Pessoas com peles muito claras têm mais risco de desenvolver câncer de pele?

Pessoas com peles muito claras têm mais risco de desenvolver câncer de pele?

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum em todo o mundo. Anualmente, só no Brasil, cerca de 180 mil novos casos da doença são diagnosticados.

Esse tipo de tumor se desenvolve devido ao crescimento anormal e desordenado das células que constituem a pele, ocasionado especialmente pela exposição excessiva ao sol.

A doença é classificada em dois tipos: melanoma e não melanoma, e ocorre com mais frequência em pessoas com a pele clara do que com aquelas que têm a pele escura.

Por que pessoas de pele clara têm maior risco de desenvolver câncer de pele?

Em todas as peles existe uma proteína chamada melanina, que é responsável por colorir a pele e os pêlos dos seres humanos e também por proteger o DNA das células contra a radiação ultravioleta que o sol emite.

Nas peles claras, essa substância está presente em uma quantidade menor em comparação às peles escuras. Ou seja, quanto mais clara a pele, menos protegida ela está e, consequentemente, maior é o risco.

Além disso, pessoas com tendência genética e aquelas com pele, olhos e cabelos muito claros também tendem a desenvolver mais pintas ao longo da vida justamente por suportarem pouco a exposição ao sol. 

Visto que, normalmente, sardas, pintas ou sinais surgem por dois fatores: excesso de sol e herança genética.

Os dermatologistas sempre alertam sobre a importância de observar as pintas existentes na pele e tomar diversas precauções para evitar que elas aumentem — tanto em relação à quantidade quanto ao tamanho.

A pessoa que possui muitos sinais na pele precisa visitar o dermatologista ao menos uma vez por ano, a fim de fazer um rastreamento e avaliar o aspecto e tamanho dessas pintas. 

O exame é bem simples e realizado no próprio consultório. Se houver alguma suspeita, o médico colherá material para fazer uma biópsia.

No entanto, é importante ressaltar o câncer de pele não acomete somente pessoas de pele clara. Pessoas com tom de pele mais escuro também correm risco e precisam se proteger do sol.

A diferença, nesse caso, é que o câncer aparece com mais frequência na palma das mãos e na planta dos pés, exatamente por serem regiões do corpo onde há uma menor concentração de melanina e, consequentemente, uma menor proteção.

É bastante comum que surja uma mancha escura nessas regiões e que com o tempo ela vá se desenvolvendo. 

Portanto, utilizar o filtro solar todos os dias é indispensável para todos, independente do tom de pele.

Pois, ainda que haja grupos que corram riscos maiores ou menores, o fato é que os raios solares podem causar câncer de pele se qualquer pessoa ficar exposta a ele durante longos períodos.

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Sarcoma de Kaposi: sintomas, causas e tratamentos

Sarcoma de Kaposi: sintomas, causas e tratamentos

Sarcoma de Kaposi é um tipo de câncer de pele que atinge os tecidos dos vasos sanguíneos e linfáticos, e que resulta no surgimento de lesões na pele por todo o corpo.

Essas lesões também podem surgir em superfícies mucosas, como dentro da boca por exemplo, e em órgãos internos, como pulmões, fígado e sistema digestivo.

Essa doença é considerada rara, porém é uma complicação corriqueira na aids. Alguns estudos apontam que o herpesvírus humano do tipo 8 está implicando na manifestação da doença, principalmente em pessoas que possuem um sistema imunológico debilitado.

Tipos de Sarcoma de Kaposi

O Sarcoma de Kaposi pode ser dividido em três principais formas epidemiológicas, que possuem modificações celulares bastante parecidas, essas formas são:

Sarcoma de Kaposi Epidêmico 

O tipo epidêmico é considerado o mais comum, e está relacionado a AIDS, o seu desenvolvimento acontece em pessoas que foram infectadas pelo HIV.

Vale ressaltar, que uma pessoa portadora do vírus HIV não necessariamente tem AIDS. Há casos em que o vírus pode estar presente no corpo por anos, antes de causar a doença.

Sarcoma de Kaposi Clássico

O tipo clássico é considerado o mais raro da doença e acomete principalmente homens idosos. Tem como característica um processo de evolução lento e não compromete o sistema imunológico.

Neste caso o paciente geralmente apresenta inúmeras lesões nas pernas, tornozelos ou na sola dos pés. Diferentemente dos outros tipos da doença, as lesões aqui possuem um crescimento demorado e o desenvolvimento de novas lesões não ocorre com muita frequência.

Sarcoma de Kaposi Endêmico

Esse tipo é considerado a forma mais agressiva da doença e geralmente ocorre em jovens negros que vivem na África Equatorial, por isso também é conhecida como Sarcoma de Kaposi africano.

A infecção se torna mais comum na África do que em outros lugares do mundo  devido a alguns fatores presentes no país que contribuem para o desenvolvimento dessa doença, visto que ela acomete um grupo amplo de pessoas.

Sintomas

Os sintomas desse tumor variam de acordo com a cor da pele do indivíduo. Em pessoas de pele branca, as lesões possuem manchas de aparência avermelhada que se alastram pelo corpo, na região da boca e da faringe. Já na pele negra, as manchas possuem uma cor marrom ou até mais escura.

Outros sintomas comuns dessa doença são inchaços nos membros inferiores, e em casos mais graves, sangramento no sistema digestivo e insuficiência respiratória.

Causas

O que causa esse câncer de pele é a interação entre o HIV, um sistema imunológico debilitado e o herpesvírus humano tipo 8.

Pesquisas feitas pela Kaiser Permanente apontam que a associação de alguns fatores como tabagismo e obesidade, pode provocar uma maior incidência de risco para esse câncer.

Nessa doença, ocorre a infecção das células endoteliais com o vírus KSHV, esse vírus acaba induzindo os genes a provocar uma divisão das células, fazendo com que elas vivam mais tempo do que deveriam. Esse tipo de alteração, pode transformá-las em células cancerígenas.

Tratamento

O tratamento do Sarcoma de Kaposi pode ser feito por meio de radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e até a utilização de drogas com o intuito de inibir a formação de novos vasos sanguíneos.

O uso de medicamentos antirretrovirais contra o HIV também é satisfatório, pois eles diminuem o risco da doença para os portadores desse vírus e também auxilia no processo de regressão da doença.

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Quais os principais sintomas do câncer de pele?

Quais os principais sintomas do câncer de pele?

O câncer de pele corresponde a cerca de 32% de todos os diagnósticos desta enfermidade no Brasil, sendo que o INCA (Instituto Nacional do Câncer) registra, anualmente, algo em torno de 190 mil novos casos. O câncer de pele não melanoma é o tipo mais comum, possui letalidade baixa, entretanto, seus números são bastante altos.

A doença é causada pelo crescimento descontrolado e anormal das células que formam a pele. Essas células se dispõem compondo camadas e, conforme forem afetadas, os diferentes tipos de câncer são definidos. Os mais frequentes são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares.

Entretanto, o melanoma é mais raro e letal que os carcinomas, sendo o tipo mais agressivo de câncer de pele.

O que é o câncer de pele?

O câncer de pele consiste num tumor que afeta a pele, sendo o câncer mais comum no Brasil e no mundo. É mais frequente em pessoas acima de 40 anos e em crianças e pessoas negras é considerado raro. Sua causa principal é exposição ao sol.

Quais são os tipos de câncer de pele?

Existem basicamente três tipos principais de tumores cutâneos que são: o carcinoma espinocelular, o carcinoma basocelular e o melanoma maligno.

Apesar de todos serem considerados câncer, são classificados de duas formas:

Câncer de pele não melanoma

Normalmente são benignos e de fácil tratamento, oferecendo grandes chances de cura e onde estão incluídos os carcinomas espinocelular e basocelular.

Câncer de pele melanoma

É o tipo mais perigoso, com poucas chances de cura, especificamente se for identificado de forma tardia e inclui apenas o melanoma maligno.

Veja os tipos de câncer de pele principais e seus sintomas:

Carcinoma basocelular

O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais frequente, sendo responsável por 70% dos casos, entretanto, felizmente, é o tipo menos hostil. Por ser um tumor composto por células basais, comuns da pele, ele leva esse nome. Logo, essas células começam a se multiplicar desordenadamente, originando o tumor. 

Este tipo de câncer tem o desenvolvimento lento e dificilmente invade outros tecidos e causa metástase.

Sintomas

Esse tipo de câncer não-melanoma pode apresentar apenas uma aparência superficialmente diferente da pele normal, sendo mais comum no pescoço, no rosto e outras partes do corpo que ficam mais expostas ao sol. 

Sua aparência é de um nódulo que tem aparência perolada, como se fosse recoberto de cera, pode ser branca, rosa claro, marrom ou bege, sangra facilmente e se parece com uma ferida que não cicatriza, podendo vazar algum líquido.

Carcinoma espinocelular

É o segundo  tipo mais frequente de câncer de pele, sendo responsável por aproximadamente 20% dos tumores do tipo não melanoma. Constantemente, o carcinoma espinocelular se desenvolve nas áreas mais expostas ao sol, como orelha e couro cabeludo, sendo mais comum em pacientes com mais de 60 anos.

Ele se forma a partir das células epiteliais (células escamosas) e do tegumento (camadas da pele e mucosa), acontecendo em todas as etnias e com uma frequência maior nos homens. 

Ele evolui de forma mais agressiva e pode afetar outros órgãos, caso não removido rapidamente. E, apresenta uma capacidade maior do que o carcinoma basocelular de metástase.

Sintomas

Como já citado anteriormente, esse tipo de câncer tem suas localizações mais comuns nas áreas mais expostas ao sol, sendo que 70% dos casos ocorrem na cabeça (orelha e couro cabeludo), dorso das mãos e pescoço, e 15% acometem os membros superiores. É comum na boca e pode acometer também as genitais e membranas mucosas. 

Ele se apresenta como um caroço (nódulo) ou mancha que mostra sinais na pele como enrugamento, perda de elasticidade e mudanças na pigmentação, tem cor avermelhada, descamação e crostas no local, podendo vazar algum líquido, apresenta um desenvolvimento rápido (alguns meses) e tem aparência de uma ferida que não cicatriza.

Melanoma

O melanoma é um tumor maligno com origem nas células que produzem pigmento (melanócitos) e acomete partes como olhos, orelhas, pele, trato gastrointestinal, genitais e membranas mucosas.

O melanoma tem o poder de invadir qualquer órgão, originando metástases, inclusive no cérebro e coração, sendo um dos tumores mais perigosos. 

Portanto, é um câncer com alta letalidade. O melanoma tem ocorrência bem menor aos outros tipos de câncer de pele, porém, sua incidência vem crescendo no mundo inteiro.

Existem alguns tipos clínicos do melanoma, como melanoma lentiginoso acral, melanoma nodular, melanoma maligno lentigo e melanoma maligno disseminado.

Apesar de o câncer cutâneo ser o mais frequente no Brasil e responder por 25% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma retrata apenas de 4 % das neoplasias malignas do órgão, ainda que seja o mais grave. Segundo o INCA, mais de 6 mil novos casos de melanoma são estimados anualmente.

Sintomas

Como mencionado anteriormente, o melanoma pode acometer os olhos, pele, orelhas, trato gastrointestinal, membranas mucosas e genitais. Entretanto, as áreas mais comuns são as pernas e braços para as mulheres e o dorso para os homens.

Os primeiros sintomas do melanoma são normalmente uma mudança em uma pinta ou mancha já existente, o desenvolvimento de uma mancha nova ou pinta bem pigmentada ou de aparência incomum na sua pele, outras mudanças suspeitas podem incluir comichão, coceira, não cicatrização da área e sangramento.

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5 Exames Periódicos Que Deve Ser Feito Por Todas As Mulheres

5 Exames Periódicos Que Deve Ser Feito Por Todas As Mulheres

A melhor forma de manter afastado o risco de desenvolver doenças graves é levando uma vida saudável e realizando visitas regulares aos médicos. No caso das mulheres, os exames periódicos são de extrema importância, pois, ajudam no diagnóstico precoce de muitas patologias.

Você sabe quais são esse exames? Neste post, iremos falar um pouco mais sobre esses cuidados preventivos, listando os principais procedimentos de rotina que precisam ser feitos periodicamente.

1) Rastreamento do câncer de mama

A orientação do Ministério da Saúde brasileiro é de que os exames de rastreamento do câncer de mama sejam realizados por todas as mulheres a partir dos 50 anos com periodicidade bienal. 

Ainda, esse rastreamento é feito através da mamografia, um exame que permite identificar possíveis lesões nas mamas em mulheres após a menopausa. Na faixa etária de 40 a 49 anos, a recomendação é pelo exame clínico das mamas, sendo indicada a mamografia apenas se for identificada alguma alteração.

2) Exame papanicolau

O exame papanicolau é o teste realizado para verificar a presença de alterações nas células do colo do útero. O procedimento é a principal forma de diagnosticar precocemente possíveis lesões cancerígenas na região, antes mesmo de surgirem sintomas.

Ainda, o exame é feito a partir da introdução de um equipamento (espéculo) na vagina da paciente. Em seguida, o médico analisa as imagens obtidas e realiza uma pequena escamação da superfície externa do colo do útero a fim de coletar material para ser avaliado em laboratório.

Ademais, o papanicolau deve ser realizado periodicamente por toda mulher que tem ou já teve relações sexuais, especialmente entre os 25 e 59 anos. O intervalo entre os dois primeiros exames é de um ano e posteriormente pode ser feito a cada três anos.

3) Densitometria óssea

A osteoporose é uma doença mais frequente em mulheres e, por isso, a densitometria óssea é um dos exames periódicos para esse público. O diagnóstico precoce é essencial para evitar a ocorrência de fraturas e para preservar a qualidade de vida após a menopausa.

Ainda, o exame consiste na avaliação da massa óssea e a recomendação é para que seja iniciado a partir dos 65 anos, após o diagnóstico de doenças na tireoide, cálculo renal, patologias reumáticas ou gastrointestinais, por quem faz uso contínuo de corticosteroides ou tenha histórico familiar de osteoporose.

4) Avaliação cardiológica

A avaliação cardiológica é um exame periódico tanto para homens quanto para mulheres. O procedimento consiste na realização dos exames de eletrocardiograma, teste ergométrico e ecocardiograma.

Ainda, essa avaliação pode ser iniciada a partir dos 50 anos, em razão da redução no nível dos hormônios femininos. Caso haja histórico familiar e sintomas de doenças cardiovasculares ou a paciente tenha um estilo de vida sedentário, deve realizar os exames a partir dos 30 anos.

5) Exame de fundo de olho

O exame de fundo de olho é realizado para avaliar as condições das artérias dos olhos, o que permite identificar a presença de lesões causadas pelo diabetes, hipertensão arterial, glaucoma e até tumores na retina.

Ainda, esse procedimento deve ser realizado como forma de prevenção, mas a necessidade do acompanhamento médico permanece. Nos pacientes portadores de câncer de mama ou de ovário, doenças cardiovasculares ou osteoporose, o exame precisa ser iniciado mais cedo e repetido com mais frequência.

Enfim, esses são alguns dos principais exames periódicos que toda mulher precisa realizar. Assim, é possível ter uma maior qualidade de vida e favorecer o diagnóstico precoce de diferentes doenças.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

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Por que o câncer de pele é o mais comum do mundo?

Por que o câncer de pele é o mais comum do mundo?

O câncer de pele não-melanoma é o tipo de câncer de maior incidência no mundo e representa cerca de 30% de todos os diagnósticos da doença no Brasil. É o que aponta o estudo realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Afinal, você sabe qual a explicação para a grande prevalência dessa doença? Então, não deixe de ler este post. A seguir, conheça mais sobre esse tipo de lesão cancerígena e os fatores que justificam essas estatísticas.

Quais são os tipos de câncer de pele?

Trata-se de uma doença provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que constituem a pele. Em razão das diferentes camadas de pele que essas células formam, são definidos diferentes tipos de câncer. Esses tipos são:

  • carcinoma basocelular: é a forma mais comum de manifestação do câncer, sendo também o menos agressivo e de progressão mais lenta. Quando surge, é identificado como uma pápula com sangramento na face ou no couro cabeludo.
  • carcinoma espinocelular: é o tipo que se desenvolve nas áreas de maior exposição solar, nas feridas ou em cicatrizes antigas. Se comparado ao carcinoma basocelular, é mais grave e tem mais chance de causar metástases;
  • melanoma: por ser o tipo que tem maior probabilidade de provocar metástases, é considerado a forma mais agressiva de câncer de pele. No entanto, é também o menos frequente dentre os três.

Como identificar?

O sintoma mais característico desse quadro é o aparecimento de novas pintas ou de irregularidades naquelas já existentes. Na maioria das vezes, essas manchas se apresentam das seguintes formas:

  • lesão brilhante com aparência elevada, translúcida, avermelhada, rósea, castanha ou multicolorida, com crosta e sangramento;
  • pinta escura ou castanha que altera de cor e de textura, passando a ser irregular nas bordas e aumentando de tamanho;
  • mancha ou ferida que não cicatriza e coça, com crescimento constante, crostas, erosões ou sangramento.

Além dessas características, foi desenvolvida uma metodologia que auxilia na identificação do câncer de pele chamada de Regra do ABCDE. Cada letra corresponde a um atributo que está presente nas lesões cancerígenas, sendo:

  • A de Assimetria;
  • B de borda irregulares;
  • C de Cor (tons de preto escuro ou multicolorida);
  • D de Diâmetro (maior que 5 milímetros)
  • E de Evolução (altera de tamanho e muda de cor).

Por que há grande incidência desse câncer no mundo?

O câncer de pele é uma patologia causada principalmente pela exposição contínua à radiação solar. Em função da ação humana sobre a natureza, há uma constante redução na camada de ozônio, responsável por bloquear a entrada dos raios UV-B no planeta.

Neste sentido, a pele é o maior órgão do corpo humano e está constantemente exposta a esses raios ultravioletas do sol. Aliado a esses fatores está a negligência da população em se proteger da ação desses raios ou em fazê-lo de forma ineficiente.

Por isso, países tropicais ou que possuem dias mais ensolarados do que nublados apresentam os maiores percentuais de prevalência desse tipo de câncer. Outro fator que também aumenta a incidência é o tom de pele majoritário na população daquele país, sendo maior em locais com mais pessoas brancas.

Então, esses são os fatores que explicam o fato do câncer de pele ser o tipo de câncer mais comum no mundo. Dessa forma, adote medidas de prevenção para evitar a doença, tais como, uso do filtro solar, de roupas adequadas e evitar exposição ao sol nos horários de pico.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

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