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8 fatores de risco para câncer de ovário

8 fatores de risco para câncer de ovário



O câncer de ovário pode se desenvolver em mulheres que apresentem um ou mais fatores de risco para a doença. Por isso, é importante saber se há alguma condição para seu o desenvolvimento.

O fator de risco é exatamente isso: uma condição que aumenta a probabilidade de ter algum tipo de câncer. No caso do câncer de ovário, são fatores de risco principais a faixa etária da mulher, seu histórico reprodutivo, assim como alterações hormonais.

No entanto, há ainda muitos outros, como se verá a seguir. Contudo, apresentar um ou mais dos fatores não quer dizer que você terá câncer. Dessa forma, diante de alguma condição favorável para a doença, o melhor caminho é fazer um monitoramento com exames periódicos.

Confira, a seguir, o que pode contribuir para que uma mulher tenha câncer de ovário.

Idade

O risco de desenvolver câncer de ovário aumenta com a idade. A chegada da menopausa provoca alterações hormonais que favorecem a condição.

Estudos revelam que metade dos casos de câncer no ovário são observados em mulheres com mais de 60 anos, que já passaram pelo climatério e chegaram na menopausa.
 

Obesidade

Há uma relação forte entre câncer de ovário e obesidade. Assim, mulheres com índice de massa corporal acima de 30 têm mais chance de apresentar o problema.
 

Maternidade tardia

Aquelas que tiveram filhos depois dos 35 anos também têm um risco maior de ter um tumor maligno no ovário.
 

Tratamento para fertilidade

A fertilização in vitro é apontada como fator que pode aumentar o risco de tumor ovariano de baixo potencial de malignidade. Por isso, orienta-se que as mulheres com outros fatores de risco conversem com o médico responsável pelo tratamento sobre esta possibilidade.
 

Terapia hormonal

A terapia hormonal é cada vez mais utilizada para amenizar os sintomas desagradáveis da menopausa. No entanto, pesquisas revelaram que o uso de estrogênio por tempo prolongado pode aumentar o risco de câncer de ovário.

 

Histórico familiar

O risco de câncer de ovário é sempre maior para a mulher que tem parente de primeiro grau diagnosticada com a doença. Além disso, quem tem familiar que já teve outros tipos de câncer, como colorretal e mamário, tem mais possibilidade de desenvolver a doença.
 

Dieta

Há evidências de que mulheres que seguem uma dieta com pouca gordura e rica em frutas, legumes e verduras têm menos chances de ter câncer de ovário. Além disso, uma boa dieta também pode prevenir outras doenças altamente debilitantes.

Ao contrário dos fatores de risco citados até agora, algumas condições diminuem as chances de ocorrência do câncer de ovário. Estudos revelaram que o uso de Dispositivo Intrauterino (DIU) diminui o risco para a doença.

Por isso, se você apresenta um ou mais fatores de risco para o câncer de ovário, consulte um médico especializado em oncologia para verificar se há necessidade de fazer exames de rastreamento.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!



Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos
Opções de tratamento para o câncer no pâncreas

Opções de tratamento para o câncer no pâncreas



O câncer no pâncreas é um tipo de doença que traz grande risco para a vida. Isso acontece porque ele é a glândula responsável pela produção de insulina e de enzimas que ajudam na digestão.

Sendo assim, é fundamental procurar tratamento assim que houver diagnóstico de tumor pancreático. Após o diagnóstico e estadiamento do câncer de pâncreas, o médico discutirá as opções de tratamento.

Dependendo do tipo e estágio da doença, bem como outros fatores, o procedimento cirúrgico pode ser necessário. No entanto, será o médico oncologista responsável quem apresentará os melhores recursos terapêuticos disponíveis para o caso.

O post de hoje aborda as opções de tratamento para o câncer de pâncreas. Não deixe de acompanhar.

Opções de tratamento

Em função das variadas opções de tratamento, alguns itens são previamente considerados. Considera-se a idade e expectativa de vida, condições de saúde, estadiamento da doença, se a cirurgia pode retirar todo o tumor, assim como a probabilidade de cura.

Em seguida, apresentam-se as principais opções de tratamento para o câncer pancreático.

Cirurgia

Existem 2 tipos de cirurgia para o câncer de pâncreas:

  • Cirurgia potencialmente curativa: realizada quando os resultados dos exames sugerem que é possível remover todo o tumor.
  • Cirurgia paliativa: realizada se os exames de imagem mostram que a doença está disseminada. É realizada para aliviar os sintomas ou prevenir determinadas complicações, como um ducto biliar bloqueado ou obstrução intestinal. Assim, não tem objetivo curativo.

Tratamentos de ablação ou embolização

A ablação refere-se a tratamentos que destroem os tumores, geralmente com calor ou frio extremos. O tratamento geralmente não requer internação. Existem diferentes tipos de procedimentos ablativos.

Na embolização, substâncias são injetadas na artéria com o intuito de bloquear o fluxo sanguíneo para as células cancerígenas, obstruindo o fornecimento de sangue ao tumor.

Radioterapia

A radioterapia utiliza radiações ionizantes a fim de destruir ou inibir o crescimento das células cancerígenas que formam um tumor. Pode ser útil no tratamento de alguns tipos de câncer de pâncreas.

A radioterapia pode ser realizada em indivíduos com câncer de pâncreas em diferentes situações.

Quimioterapia

A quimioterapia usa medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais por via intravenosa ou por via oral. Por ser um tratamento sistêmico, atinge não somente as células cancerígenas, mas afeta também as células sadias do organismo.


É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, assim como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades do indivíduo.

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A importância dos exames de rastreamento

A importância dos exames de rastreamento



Os exames de rastreamento de câncer podem salvar vidas. Com apenas algumas gotas de sangue é possível detectar alguns tipos da doença. Neles, marcadores tumorais, como o PSA e o AFP, podem acusar a metástase no organismo do indivíduo quando algum tumor está se desenvolvendo.

Obter um diagnóstico precoce de câncer é essencial para iniciar um tratamento rapidamente e, dessa forma, aumentam-se as chances de sucesso do tratamento e recuperação.

Por isso, esse fala sobre a importância dos exames de rastreamento. Não deixe de acompanhar.

Exame de rastreamento do câncer

Exame de rastreamento é um exame de sangue realizado a fim de se investigar a possibilidade de incidência de um tumor no organismo.

Quando ele indica a ocorrência de câncer, ainda é necessário um diagnóstico fechado com a complementação de exames de imagem ou quaisquer outros que sejam pertinentes.

A realização de exames em si não previne o tumor maligno, mas permite a sua identificação na fase inicial. Sendo assim, o exame de rastreamento pode ser encarado como uma medida preventiva, uma vez que reduz as chances de complicações e de morte pela doença.

Existem dois tipos de rastreamento, também chamados de triagem ou screening: o oportunista e o populacional.

O rastreamento oportunista é aquele que acontece quando a pessoa vai ao consultório e o médico prescreve um exame, que pode identificar ou não a existência de alguma doença. O rastreamento populacional é realizado por programas governamentais.

Detecção precoce

Quem apresenta fatores de risco para o câncer deve fazer exames de rastreamento periodicamente. Se o indivíduo tem histórico de câncer na família, é tabagista ou alcoolista, ou se expõe a substâncias cancerígenas, é possível que o médico indique o rastreamento para a detecção precoce.

Vários tipos de câncer são facilmente identificados por esse tipo de procedimento de análise. Entre eles, o colorretal, o de colo do útero, próstata e o de mama.

Por meio da detecção precoce, algumas mulheres descobrem o tumor mamário a tempo de não ser necessário retirar a mama. Além disso, muitos indivíduos buscam tratamento a tempo de evitar uma complicação mais grave.

É necessário, no entanto, que o diagnóstico seja confirmado com exames complementares. Assim, o médico pode ter certeza na indicação do tratamento adequado.

Por isso, a melhor forma de garantir o diagnóstico na fase inicial de um câncer é investir no seu rastreamento. Converse com o seu médico sobre seu histórico clínico e veja se é necessário se submeter a esse tipo de exame.

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Carcinoma basocelular: como é feito o diagnóstico

Carcinoma basocelular: como é feito o diagnóstico



O carcinoma basocelular (CBC) é um dos tipos de câncer de pele mais frequentes, podendo corresponder a até 70% dos casos dessa forma da doença. Ele se origina a partir de um crescimento anormal das células das camadas mais profundas da derme.

Apesar de ser raro que o CBC faça metástase, pode acontecer. Sendo assim, identificá-lo precocemente é de extrema importância. O procedimento cirúrgico realizado o quanto antes pode conter seu crescimento e salvar a vida do indivíduo.

Por isso, este artigo fala sobre o diagnóstico desse tipo de câncer. Não deixe de acompanhar.

Como identificar o carcinoma basocelular

Em geral, o primeiro sinal do carcinoma basocelular é o aparecimento de um nódulo consistente ou protuberância rosada na epiderme, que pode ter aparência translúcida com pontos perolados e pequenos vasos sanguíneos na sua superfície. Também pode ter coloração marrom. Se lesionados, podem apresentar sangramento, seguido da formação de crostas.

O carcinoma basocelular é mais comumente observado nas áreas do rosto e pescoço, mas pode acometer também outras regiões do corpo. No entanto, boa parte dos casos se concentra em regiões como nariz, orelhas, pescoço e ao redor dos olhos.

A lesão provocada por esse câncer tem crescimento lento e, por isso mesmo, pode não ser percebida pelo indivíduo. A doença afeta mais os homens do que as mulheres, sendo rara em crianças e negros.

O CBC pode, ainda, se apresentar de outras formas menos comuns como por meio de nódulos escuros ou pequenos pontinhos de pigmentos. Essa forma de manifestação da doença denomina-se carcinoma basocelular pigmentado.

Há também o carcinoma basocelular plano-cicatricial, que surge de cicatrizes, e o que apresenta placas avermelhadas.

Buscando um diagnóstico

O diagnóstico do CBC é feito a partir do exame clínico das lesões cutâneas e do resultado da biópsia.

Apesar de esse tipo de carcinoma ter tratamento e sua chance de metástase ser rara, o diagnóstico precoce é fundamental para evitar que as feridas provoquem deformidades na área do rosto e pescoço.

As deformações podem acontecer, pois o procedimento terapêutico é feito com a remoção da área afetada. Assim, quanto maior a lesão, maior a extensão da pele que deverá ser retirada.

Durante o exame inicial, o médico observa todas as características da lesão. Avalia, então, tamanho, forma, textura, cor e se há sangramento ou descamação.

Além disso, ele poderá apalpar os gânglios linfáticos das axilas, virilha e pescoço. O aumento dos gânglios linfáticos pode indicar se o câncer basocelular se alastrou.

Muitas vezes, quem inicialmente descobre essa lesão maligna cutânea é o dermatologista. Durante o exame clínico realizado por esse profissional que trata de doenças de pele, é utilizado um equipamento denominado dermatoscópio, uma lente de aumento que permite observar a lesão de forma bem aproximada, identificando-a.

Dessa maneira, é possível que se constatem características pertencentes ao carcinoma basocelular. Diante disso, o indivíduo é encaminhado para um oncologista, que é o médico especializado no tratamento do câncer.

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Os tipos de câncer de pâncreas

Os tipos de câncer de pâncreas



O câncer de pâncreas é um dos tumores mais agressivos que existem. Isso acontece, porque esse órgão tem função vital para o funcionamento do organismo humano.

O pâncreas é uma glândula com participação importantíssima no sistema digestivo. Localizada atrás do estômago, ela é responsável pela produção de insulina e de enzimas que ajudam na digestão e na absorção de nutrientes.

Sendo assim, qualquer tumor no pâncreas pode trazer complicações sérias à saúde. No entanto, seu diagnóstico e tratamento não são tão simples.

Isto se dá porque a doença tem tipos e subtipos. Conhecer a classificação pode levar ao aprimoramento da detecção e da prescrição de tratamento para cada indivíduo.

Por isso, o artigos de hoje fala sobre os tipos de câncer de pâncreas. Não deixe de acompanhar.

Tipos mais comuns de câncer de pâncreas

As complicações do câncer de pâncreas vêm de suas habituais disseminações linfáticas, que surgem dos gânglios linfáticos ao redor da lesão. Podem surgir também a partir da hematogênese, quando há a disseminação de células tumorais para outros locais, através da corrente sanguínea.

O carcinoma ductal do pâncreas é originado das células que recobrem os ductos pancreáticos por onde o suco pancreático é conduzido até ser secretado no duodeno.

Este é o tipo mais comum e também o mais agressivo de câncer de pâncreas. Outros tipos, como os tumores neuroendócrinos, são menos agressivos e mais raros.

Adenocarcinoma

Esse tipo de câncer pancreático exócrino geralmente começa nos ductos pancreáticos, mas às vezes se desenvolve a partir das células que produzem as enzimas pancreáticas (carcinomas de células acinares).

O carcinoma ductal do pâncreas é originado das células que recobrem os ductos por onde o suco pancreático é conduzido até ser secretado no duodeno.

É o tipo mais comum e mais agressivo, responsável por mais de 90% dos casos. Origina-se nas células glandulares exócrinas do pâncreas e guarda relação de causa e efeito com o tabagismo.

Existem algumas variantes dos adenocarcinomas pancreáticos: o carcinoma adenoescamoso, o carcinoma acinar, o de células em anel de sinete, o de células claras e o carcinoma mucinoso.

Tumores das células das ilhotas pancreáticas

Correspondem ao segundo tipo mais comum. Originam-se nas célula endócrinas do pâncreas. Alguns podem ser benignos; outros, malignos. Um dos mais comuns é o insulinoma, tumor que pode produzir insulina em excesso e, assim, provocar quadros graves de hipoglicemia.

Tipos menos comuns de câncer exócrino

Os tipos menos comuns incluem carcinomas adenoescamosos, carcinomas de células escamosas, carcinomas de células em anel de sinete,  carcinoma indiferenciado de células gigantes e carcinomas indiferenciados.

Carcinoma da ampola de Vater

Esse tipo de câncer começa na ampola de Vater, onde o ducto biliar e o ducto pancreático se juntam antes de formar um conduto só e chegar ao intestino delgado.

Os cânceres ampulares não são tecnicamente cânceres de pâncreas, mas estão incluídos nesse tópico porque seus tratamentos são muito semelhantes. Esse câncer bloqueia o ducto biliar, provocando icterícia (pele e olhos amarelados).

Diante dessa classificação, é importante apontar ainda um levantamento feito por pesquisadores australianos pelo qual se revelou que há uma série de alterações genéticas que danificam o tecido do pâncreas.

Assim, foi possível revelar ainda quatro subtipos do câncer de pâncreas — escamosos, progenitores pancreáticos, imunogênicos e de células aberrantes diferenciadas endócrinas e exócrinas (Adex).

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Os tipos de câncer de ovário

Os tipos de câncer de ovário



O câncer de ovário é um tipo de tumor maligno que tem diagnóstico difícil. Na maioria dos casos, ele só se manifesta em estágio avançado. Por isso, uma rotina de exames preventivos é importante para a saúde da mulher.

Esse tipo de câncer pode se desenvolver não só a partir do ovário. Pesquisas apontam que muitas vezes ele pode ter início nas células distais das trompas de falópio.

O tumor ovariano pode ocorrer em mulheres de qualquer faixa etária, mas é acima de 40 anos que os casos são mais frequentes. Isso acontece, em geral, porque o câncer nessa glândula feminina tem crescimento lento.

Sendo assim, os sintomas demoram a aparecer, o que resulta em que a mulher só procure o médico quando a doença já avançou bastante.

Para explicar melhor sobre esse tipo carcinoma, este artigo fala sobre os tipos de tumor de ovário mais recorrentes. Acompanhe em seguida.

Conhecendo os tipos de câncer de ovário

Existem alguns tipos de câncer de ovário. Eles são derivados de tumores com alto potencial maligno. Seguem as informações sobre eles.

Tumor epitelial

Começa a partir das células que cobrem a superfície externa do ovário. Entre 85% e 90% dos tumores ovarianos se desenvolvem a partir de alterações de células epiteliais. Elas têm várias características que são consideradas para classificá-los em diferentes tipos.

O tipo seroso é o mais comum, mas existem outros, como o mucinoso, o endometrioide e de células claras. O mucinoso e o de células claras são os que apresentam comportamento mais severo para o organismo.

Os carcinomas epiteliais de ovário são classificados também pelo grau, de acordo com seu nível de severidade.

Tumor raro

O carcinoma peritoneal primário é um tumor raro, que começa nas células que revestem o interior das trompas de Falópio e tende a se disseminar ao longo das superfícies da pelve e abdome. Por isso, muitas vezes é difícil saber onde a doença se iniciou.

Esse tipo de câncer pode ocorrer em mulheres que ainda têm ovários No entanto, é mais comum nas mulheres que já removeram os ovários para prevenir o câncer.

O câncer das trompas de Falópio também é um tipo raro. Começa nas trompas de Falópio, local por onde o óvulo se desloca do ovário para o útero. 

Tumor de células germinativas

 Começa a partir das células germinativas, ou seja, as que produzem os óvulos. A maioria dos tumores de células germinativas é benigna, embora alguns sejam cancerígenos, podendo ser letais. 
 

Tumor estromal

Começa a partir de células que formam o ovário e que produzem os hormônios femininos estrogênio e progesterona.

Causa sangramento, dor e é frequentemente diagnosticado em estágio inicial. Têm um bom prognóstico e mais de 75% das mulheres acometidas sobrevivem.

A maioria desses tumores é benigna e não se dissemina para além do ovário. Os tumores benignos podem ser tratados mediante a remoção de um dos ovários ou a parte do ovário afetada.

No entanto, alguns tipos de câncer de ovário podem afetar completamente o órgão e se disseminar para outras partes do corpo.

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Conheça as causas das metástases hepáticas

Conheça as causas das metástases hepáticas



As metástases hepáticas ocorrem quando um câncer atinge o fígado a partir de outro órgão, ou seja, elas não começaram no fígado. Foram alojadas nele a partir da corrente sanguínea.

As metástases hepáticas são associadas a estágios mais avançados de certos tumores. Por isso, são mais frequentes. Os cânceres que começam no fígado são chamados de primários. Esse tipo ocorre com menos frequência do que as metástases hepáticas.

O problema é que qualquer câncer no fígado é um grande risco para o indivíduo, pois ele é o maior órgão do corpo humano.

É responsável pela produção da bile (substância que atua na digestão de gorduras), pela síntese de colesterol e a metabolização dos elementos nocivos de alguns alimentos, como bebidas alcoólicas, café e gorduras, por exemplo.

Ele também limpa as toxinas do sangue e armazena glicogênio (açúcar), que é fonte de energia para o corpo.

As metástases no fígado são um problema de saúde muito sério. Este artigo, então, fala sobre o que causa este tipo de câncer. Não deixe de acompanhar.

Como acontecem as metástases hepáticas

As metástases se desenvolvem em etapas. Primeiramente, as células de câncer de outro órgão vão do seu local de origem até um outro tecido saudável próximo. O trajeto é feito pelos vasos linfáticos e vasos sanguíneos.

Depois disso, elas migram novamente pelo sistema linfático e circulação sanguínea para outros lugares do corpo. Só param de se mover quando chegam a um local distante.

A partir daí, as células cancerígenas criam pequenos tumores, as micrometástases. São elas que dão origem a um novo câncer em outro órgão. São chamadas metástases hepáticas, quando o processo acontece no fígado.

De onde vêm

As metástases hepáticas, em geral, desenvolvem-se a partir do câncer de intestino. Indivíduos acometidos por esse câncer têm mais chances de que as células cancerosas provoquem metástases no fígado. Isto se explica em função de o fornecimento de sangue do intestino estar ligado ao fígado.

Além do câncer de intestino, outros podem representar chances de metástase hepática. São eles: câncer de mama, pâncreas, rim, esôfago, pele, pulmão, ovário, colo de útero, pâncreas e estômago.

Sendo assim, elas podem chegar ao fígado de quatro formas.

  • Por contiguidade: ocorre devido à proximidade do tumor primário ao fígado, como no caso dos tumores de estômago, cólon, ducto biliar e vesícula biliar;
  • Por via linfática: origina-se dos tumores de mama, pulmão e também dos órgãos drenados pela veia porta;
  • Pela artéria hepática: a disseminação pela artéria hepática, por via sistêmica, ocorre em casos como tumores pulmonares e melanomas;
  • Pela veia porta: as metástases chegam ao fígado principalmente através da veia porta, de forma que podem ser encontradas em quase metade dos casos em que há acometimento de um órgão drenado pela veia porta.

Mesmo depois de tratado, um câncer ainda pode representar perigo. As metástases hepáticas podem ocorrer após o tratamento. Por isso, quem já teve câncer em qualquer lugar do corpo, deve fazer exames regulares.

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11 fatores de risco para o câncer de colo uterino

11 fatores de risco para o câncer de colo uterino



O câncer de colo uterino, também conhecido como câncer cervical, é uma doença que preocupa as organizações de saúde em função dos seus múltiplos fatores de risco. Eles vão desde ser fumante até ter tido um número grande de gestações.

Apesar de não ser responsável diretamente pela doença, um fator de risco aumenta as chances de ela se desenvolver no organismo. No entanto, há mulheres acometidas de câncer de colo uterino que não apresentavam nenhum dos fatores.

Alguns deles podem de ser evitados, como o tabagismo, por exemplo. Outros, contudo, como histórico familiar, exigem que a pessoa faça um monitoramento constante para verificar a possibilidade de surgimento da doença.

Em seguida serão listados 11 fatores de risco para o desenvolvimento do tumor de colo de útero. Não deixe de acompanhar.

Infecção pelo vírus do papiloma humano

Ter contraído a infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV), principalmente os tipos HPV-16 e HPV-18, é considerado o fator de risco mais importante para câncer no colo do útero. Esse processo infeccioso é sexualmente transmissível e afeta consideravelmente a imunidade do doente.

Tabagismo

edo cigarro vai para o pulmão, de onde todos esses componentes nocivos são transportados na corrente sanguínea para todo corpo, podendo provocar tumor no útero, ovários, mama, bem como outros órgãos.

Infecção por HIV

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) baixa drasticamente a imunidade do organismo. Sendo assim, uma lesão do colo uterino pode evoluir ao longo do tempo para um tumor cancerígeno.

Infecção por Clamídia

A Clamídia é uma bactéria sexualmente transmissível. Dessa forma, quando uma mulher é infectada por ela ocorre uma inflamação pélvica que leva à infertilidade.

Dieta

Dietas pobres em vitaminas A, C e ácido fólico podem aumentar o risco de câncer de colo do útero.

Não usar preservativos

Ter relações sexuais sem o uso de preservativos aumenta as chances de infecções por vírus e bactérias nocivos à saúde uterina. O contágio, portanto, pode levar a quadros de tumor cervical.

Pílulas Anticoncepcionais

Estudos apontam que o uso de anticoncepcional aumenta o risco de câncer de colo uterino. Por isso, mulheres que tomaram pílula por mais de 10 anos consecutivos e que têm histórico de tumor na família devem conversar com seu médico sobre a possibilidade de um método alternativo.

Dispositivo Intrauterino

O dispositivo intrauterino (DIU) é outro método contraceptivo considerado como risco para surgimento de tumor uterino. Mesmo que com menores chances do que a pílula, o uso por muito tempo pode aumentar as chances de acometimento da doença.

Múltiplas Gestações

Mulheres que tiveram mais quatro gestações têm um risco maior de desenvolver câncer de colo do útero. As alterações hormonais durante a gravidez podem tornar as mulheres mais suscetíveis à infecções que favorecem o câncer.

Idade

Mulheres que tiveram a primeira gravidez com menos de 17 anos têm duas vezes mais chances de ter câncer de colo e do útero.

Histórico Familiar

Quando há um parente próximo, como mãe e irmã, que já teve câncer de colo do útero, há três vezes mais chances de desenvolvimento da doença do que em quem não apresenta casos na família.

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Os benefícios da atividade física para pacientes oncológicos

Os benefícios da atividade física para pacientes oncológicos

Foi-se o tempo em que pessoas com doenças crônicas graves, como por exemplo o câncer, deviam permanecer em repouso absoluto e se manterem afastadas de toda e qualquer atividade física.

É claro que há exceções, pois determinadas enfermidades trazem limitações físicas. Além disso, os tratamentos mais agressivos e invasivos podem trazer efeitos colaterais que impedem, ao menos temporariamente, que o paciente oncológico se mantenha ativo.

Entretanto, de modo geral, quem está doente pode – e deve – se exercitar. A única ressalva é que a prática de atividade física deve ser liberada pelo médico, priorizando sempre a escolha de uma modalidade adequada às reais condições clínicas do indivíduo.

Ao contrário do que muitos pensam, as atividades físicas são extremamente benéficas para pacientes oncológicos. Assim sendo, este texto lista os principais pontos positivos de combater o sedentarismo em meio ao tratamento contra o câncer. Confira, em seguida, os benefícios das atividades físicas nessa situação.

Vantagens da atividade física para pacientes com câncer

Melhor mobilidade

Enquanto o repouso absoluto pode acabar resultando em atrofiamento muscular, perda de massa, redução da amplitude de movimentos e perda funcional, a prática de exercícios faz exatamente o contrário. Ou seja, melhora a capacidade física como um todo e reduz o risco de os músculos atrofiarem.

Mais disposição e bom humor

Durante a prática de exercícios, os hormônios do prazer e bem-estar são liberados. Em outras palavras, as atividades físicas ajudam a deixar o indivíduo de bem com a vida, com melhor humor, otimismo e disposição, inclusive, para seguir firme no tratamento. Vale muito a pena reservar um tempo do dia para se exercitar.

Ossos mais fortes

Outra grande vantagem da prática regular de exercícios é o fortalecimento ósseo. Se exercitar fortalece os ossos, melhora a funcionalidade das articulações e aumenta o equilíbrio, prevenindo, assim, o risco de quedas e fraturas.

Controle de peso

Vários tipos de câncer produzem sintomas como redução do apetite e emagrecimento repentino. O exercício físico pode ajudar na regulação do apetite e contribuir para o ganho de massa muscular. Portanto, auxilia no controle de peso adequado.

Benefícios cardiovasculares

Ainda que sejam de baixo impacto, os exercícios podem trazer grandes benefícios para a saúde cardiovascular dos pacientes oncológicos. Entre outras vantagens, eles melhoram o fluxo sanguíneo e reduzem o risco de doenças no coração.

Saúde emocional conservada

A prática regular de atividades físicas pelo paciente oncológico é uma medida que favorece a melhora da autoestima, promove a interação social, bem como reduz as chances de depressão. Pesquisas apontam que entre 22% a 29% das pessoas com câncer se tornam depressivas após o diagnóstico. O exercício físico evita que isso ocorra.

Ciente das vantagens de se exercitar durante o tratamento oncológico, é importante saber, contudo, que o tipo de câncer, estadiamento e condições físicas influenciam diretamente na definição da modalidade, séries e frequência de treinos.

Orientações para a realização de atividades físicas durante o tratamento oncológico

A fim de agir com segurança, siga as recomendações:

  • respeite as orientações médicas;
  • comece devagar e aumente o ritmo gradualmente;
  • não exceda os próprios limites – realize séries pequenas e faça pausas;
  • opte por exercícios leves e divertidos;
  • tenha supervisão de um preparador físico;
  • estabeleça uma rotina que possibilite a atividade física todos os dias, mesmo que apenas por alguns minutos.

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A importância da alimentação para a prevenção do câncer de estômago

A importância da alimentação para a prevenção do câncer de estômago

O câncer de estômago, também chamado de câncer gástrico, é um tumor que acomete um dos órgãos mais importantes do sistema digestivo. No Brasil, o tumor maligno no estômago é o terceiro mais incidente em homens e o quinto mais frequente em mulheres. Além disso, mais de 60% dos indivíduos com o diagnóstico de câncer gástrico têm mais de 50 anos de idade.

Os tipos de câncer no estômago são os linfomas, sarcomas e adenocarcinomas. Este último tipo é o principal deles, representando aproximadamente 95% dos casos de tumor maligno no estômago.

Entre os fatores de risco da doença estão aspectos que não podem ser controlados como, por exemplo, o histórico familiar. No entanto, também há fatores que podem ser evitados, diminuindo o risco de desenvolvimento da doença, como é o caso da alimentação. Em seguida, o texto aborda sobre a importância dela na prevenção do câncer de estômago. Confira.

A causa do câncer de estômago pode estar associada à alimentação

Muitas vezes, o câncer de estômago é fruto de alterações genéticas e celulares, associadas a fatores ambientais e alimentares. Há alimentos aparentemente inofensivos que são altamente carcinógenos, ou seja, favorecem o aparecimento de tumores malignos.

As substâncias carcinógenas são encontradas em:

  • conservas salgadas;
  • grãos e farináceos contaminados com a toxina aflatoxina;
  • nitritos e nitratos contidos em adubos e conservantes;
  • assados e defumados, fonte de benzopireno.

Para simplificar, é importante tomar cuidado com o excesso de churrasco, frios defumados e outros alimentos que fazem parte do dia a dia.

A alimentação balanceada ajuda no controle do peso

O sobrepeso e obesidade também são fatores de risco para o câncer gástrico. Sendo assim, a alimentação balanceada e comedida contribui efetivamente na prevenção de tumores malignos no estômago. O ideal é que a pessoa reduza o consumo de sal, açúcar, gordura, carnes vermelhas e alimentos processados. Além disso, as porções devem ser moderadas e a dieta deve ser associada à prática regular de exercícios físicos.

Escolhas alimentares adequadas contribuem para a prevenção do câncer de estômago

Estudos revelam que indivíduos que comem frutas e verduras frescas apresentam menor risco de desenvolvimento de câncer gástrico. Em contrapartida, quem consome excessivamente alimentos defumados, vegetais em conserva e opções embutidas têm risco aumentado para esse quadro.

Uma salsicha, por exemplo, pode diminuir a expectativa de vida em 15 minutos, porque eleva as chances de desenvolvimento de câncer de estômago e câncer colorretal.

Alguns alimentos transformam substâncias naturais em compostos cancerígenos

As carnes curadas são ricas em nitritos e nitratos, substâncias que podem ser convertidas em compostos que provocam câncer de estômago. Esse processo de conversão é feito por certas bactérias, como a H. Pylori.

A contaminação por H. Pylori acontece normalmente por meio de água e alimentos contaminados, assim como falta pela de higiene adequada ou contato com fluidos infectados. Dessa forma, ao entrar no organismo, essa bactéria pode se alojar no estômago, causando úlcera e gastrite.

Embora algumas pessoas convivam com tal bactéria sem jamais apresentar sintomas, em outras pessoas a H. Pylori pode desencadear uma inflamação crônica que eleva – e muito – o risco de tumores gástricos.

Quer saber um pouco mais sobre o câncer de estômago? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos