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Câncer ginecológico: entenda mais sobre essa doença!

Câncer ginecológico: entenda mais sobre essa doença!

A conscientização do câncer ginecológico deve ser feita de forma frequente, durante todo o ano. Afinal, a doença exige cuidados regulares, uma vez que traz riscos graves a saúde.

Dentre os tumores que mais prejudicam o sistema genital feminino, encontram-se: câncer do colo de útero e o câncer de ovário. 

Neste artigo, vamos abordar as principais informações sobre esse tipo de câncer: fatores de riscos, sintomas, prevenção, entre outros. 

Quais são as características do câncer ginecológico? 

A partir de agora, vamos apresentar as principais características do câncer ginecológico. 

Fatores de risco

Existem alguns fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença. 

  • idade superior a 50 anos;
  • fatores hormonais; 
  • fatores ambientais; 
  • fatores genéticos.  

Sintomas 

Os sintomas dos cânceres ginecológicos aparecem tanto na fase inicial, quanto na fase final da doença.

Os sinais que devem ser analisados com mais atenção são: dores de estômago, febre constante, dor lombar persistente, inchaço no abdômen e flatulências. 

A lista ainda tem alguns sinais como: dor pélvica constante, sangramento vaginal anormal, mudanças intestinais, perda de peso, problemas na vulva ou vagina, além de cansaço excessivo. 

Os sintomas do câncer aumentam à medida que o tumor cresce no corpo. Os pacientes costumam perceber aumento do volume abdominal, dores difusas, massa abdominal palpável, constipação intestinal ou diarreia.

Se você apresenta um ou mais sintomas não significa que está com câncer. É necessário buscar ajuda com um profissional para iniciar o processo de investigação. 

Quanto mais cedo for o diagnóstico, maior são as chances de cura após o tratamento. 

Diagnóstico

Grande parte dos tumores malignos se manifestam quando a doença já está em um nível mais avançado. 

No entanto, a medicina tem algumas formas de identificar o câncer. Por isso, a visita anual ao ginecologista e o exame de papanicolau são tão importantes. 

Prevenção 

A prevenção do câncer pode ser feita de várias formas, dentre elas:

  • alimentação saudável;
  • prática de exercícios físicos; 
  • consulta regular ao médico. 

Sabemos o quanto é complicado cuidar da saúde, especialmente com as tarefas que temos na rotina. No entanto, meia hora de caminhada e uma mudança no cardápio podem fazer grandes diferenças em sua vida. 

Tratamento

Uma boa notícia é que a medicina tem várias modalidades terapêuticas que podem ajudar no tratamento do câncer ginecológico. Dentre as mais comuns, encontram-se: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. 

Para escolher o método ideal, o médico avalia diversas características como: tipo histológico do tumor, estadiamento, idade e as condições clínicas do paciente.

Quando o câncer é identificado no início, principalmente nas mulheres mais jovens, o médico consegue retirar apenas o ovário afetado.

Quais são os tumores mais comuns nas mulheres?

Eis os principais tipos de câncer que podem acometer as mulheres:

  • Câncer de colo do útero: primeira causa de morte entre as mulheres. A vacina é a principal forma de prevenção; 
  • Câncer de endométrio: a exposição a longo prazo ao estrogênio é um dos principais fatores que aumentam o desenvolvimento da doença. Alguns fatores podem ser considerados fatores de risco, como: menstruação precoce, menopausa tardia e nunca ter engravidado. 
  • Cânceres de vagina e de vulva: esses tumores são raros. Os principais sintomas são: sangramento após relação sexual, sangramento não relacionado à menstruação, dor pélvica ou na vagina, dor ao urinar e constipação;
  • Câncer de ovário: o diagnóstico é difícil e têm menos chances de cura. Dentre os fatores de risco, encontra-se: histórico familiar, não ter tido filhos e gestação após os 30 anos. 

Para identificar o câncer ginecológico, a mulher precisa ter atenção com as mudanças no corpo. O acompanhamento médico é essencial para evitar futuros problemas. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos
Entenda a importância do rastreio do câncer

Entenda a importância do rastreio do câncer

O exame de rastreio do câncer ajuda a identificar a doença mais cedo e aumenta as chances de cura durante o tratamento. 

Neste artigo, vamos mostrar qual é o impacto do exame para a sua saúde e quais são os mais importantes para o paciente. 

Afinal, o que é rastreio do câncer?  

O rastreio é fundamental para qualquer pessoa, seja para homens ou mulheres. 

Ele ajuda a eliminar suspeitas de doença e identifica lesões de forma precoce que podem apontar a presença de um tumor silencioso. 

Em grande parte dos casos, o câncer é identificado somente em um estágio mais avançado. Isso é muito ruim, pois pode prejudicar o tratamento, diminuindo as possibilidade de cura do paciente. 

Após a identificação, o médico inicia a etapa de investigação. Nela, o paciente deve fazer uma série de exames mais complexos, por exemplo, biópsia. 

Esses tipos de exames mostram a natureza da lesão. Eles também definem se o tumor é ou não maligno. 

Por isso, o exame de rastreio não pode causar pânico aos pacientes e seus familiares. É necessário ter calma para que o processo de investigação ocorra sem problemas. 

Por que o rastreio é importante para a saúde?

A descoberta precoce do câncer traz várias vantagens para o paciente. 

A indicação de um tratamento menos invasivo é um dos principais benefícios. Através dele, o paciente tem mais possibilidades de cura, pode ter uma rotina mais saudável depois do tratamento e um número menor de sequelas. 

Esse cenário também permite que a finalização do tratamento ocorra com mais agilidade. 

Quais são os tipos de exames mais indicados no rastreio? 

Cada tipo de câncer exige um determinado exame, conheça abaixo os mais importantes:

  • Câncer de próstata: indicado para homens com idade acima dos 50 anos. É fundamental conversar com o profissional para identificar os prós e contras do exame. As indicações mais comuns são: exame de sangue PSA, toque retal e biópsia da próstata;
  • Câncer de pulmão: exame deve ser feito somente com pessoas que têm pré-disposição à doença (idade entre 55 a 74 anos; fumantes ou ex-fumantes e pacientes que fumaram um maço por dia em um período de trinta anos ou dois por dia durante 15 anos). Os exames mais comuns são: radiografia de tórax, tomografia computadorizada, ressonância magnética, entre outros; 
  • Câncer de endométrio: é indicado para todas as mulheres que estão no início da menopausa. O diagnóstico precoce é essencial para um tratamento mais eficiente. Os exames de imagem que ajudam a identificar a lesão são: ultrassom, raios X do tórax, tomografia computadorizada, ressonância magnética, tomografia por emissão de pósitrons, cistoscopia e proctoscopia;
  • Câncer colorretal e pólipo: recomendado para homens e mulheres com mais de 50 anos de idade. Exame pode ser feito com uma colonoscopia ou com pesquisa de sangue oculto nas fezes. 

O rastreio do câncer é muito importante para ter um tratamento mais eficaz e para aumentar as chances de cura do paciente. Portanto, procure um médico de confiança e cuide da sua saúde.  

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4 dicas para aliviar os efeitos colaterais da quimioterapia

4 dicas para aliviar os efeitos colaterais da quimioterapia

No tratamento do câncer, a quimioterapia é um dos recursos mais utilizados pelos médicos. Esse processo pode ser feito por meio de medicamentos orais ou intravenosos.

O tratamento têm como objetivo eliminar, controlar e impedir a evolução das células doentes. 

No entanto, ela interfere no desenvolvimento saudável de células que são fundamentais para o crescimento dos cabelos e para a proteção do organismo. 

O tratamento pode causar queda de cabelo, na interferir na alimentação e afetar nossa energia. 

Por outro lado, pequenas mudanças podem trazer mais equilíbrio, positividade e um tratamento saudável. 

Saiba mais lendo o artigo a seguir.

Como aliviar os efeitos colaterais da quimioterapia? 

A partir de agora, vamos listar diversas dicas para que o paciente tenha um tratamento mais tranquilo. 

1 – Evite tarefas intensas 

Um dos sintomas mais comuns durante a quimioterapia é o cansaço. Geralmente, o corpo fica mais fraco. 

Por isso, recomendamos buscar formas de permanecer mais tempo deitado ou sentado.  

O momento pode ser ideal para ler um livro que ficou escondido na gaveta, ouvir uma música na varanda de casa ou maratonar uma série. 

As atividades domésticas devem ser evitadas. Opte por embalagens descartáveis, assim, não será necessário lavar louças. 

Nas visitas médicas, o mais indicado é convidar um parente ou amigo para acompanhá-lo. Durante o caminho, você pode sentir tonturas ou enjoos. 

2 – Tenha cuidado com a pele 

A pele fica mais sensível. Por isso, é importante utilizar um barbeador elétrico para evitar acidentes. 

Ao cortar unhas e cutículas, o paciente deve ter a mesma preocupação. 

O desodorante com álcool é outro item que não deve ser utilizado em virtude do ressecamento da pele. 

3 – Altere a alimentação 

Na segunda ou terceira semana da sessão é comum aparecer náusea, vômitos e diarreias. 

Uma dica interessante é fazer uma consulta com um nutricionista. Ele é o melhor profissional para indicar os alimentos mais adequados para a sua rotina. 

Se tiver náuseas, os alimentos condimentados e com odor forte não são indicados. 

O cardápio pode ter as seguintes opções:

  • biscoitos;
  • torradas;
  • alimentos frios (sucos, picolés e água de coco). 

Para os pacientes com vômito, recomenda-se mastigar os alimentos com cuidado, não deitar depois das refeições e comer bem devagar. Nesse cenário, os líquidos devem ser evitados. 

A alimentação deve ser feita com qualidade e direcionada para calorias saudáveis, uma vez elas melhoram a imunidade.  

4 – Use toucas e lenços 

A queda de cabelo é um dos efeitos colaterais que mais prejudicam a autoestima não só das mulheres, mas também dos homens. 

Sabemos que esse momento é complicado, porém, é passageiro. A questão da aparência pode ser melhorada através do uso de perucas, lenços e outros itens que melhorem o visual. 

Você pode utilizar ainda a touca térmica. Ela tem como objetivo diminuir a queda do cabelo. 

É importante deixar claro que cada paciente reage de uma forma. Por isso, uma boa comunicação com o seu médico pode ajudar na mudança de tratamento e na indicação de medicamentos para bloquear esses efeitos. 

A quimioterapia é um período difícil para grande parte dos pacientes. No entanto, o tratamento correto e o pensamento positivo podem deixar esse período um pouco mais leve, acredite! 

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Rastreio de câncer: conheça os exames mais comuns

Rastreio de câncer: conheça os exames mais comuns

O rastreio do câncer é uma das medidas mais importantes para identificar uma doença. Ele ajuda a descobrir o nível do problema por meio de vários exames. 

Esse tipo de procedimento influencia diretamente na saúde, reduzindo os efeitos colaterais e a mortalidade. 

Para se ter uma ideia, a mamografia é um dos exames que ajudam reduzir o número de mortes em mulheres

Neste artigo, vamos abordar quais são os exames de rastreio mais importantes e quais são os impactados de cada um em sua qualidade de vida. 

Quais são os melhores exames para fazer rastreio do câncer? 

A partir de agora, vamos listar os tipos de exames mais comuns para fazer o rastreio do câncer. 

AFP 

Vamos iniciar a nossa lista falando sobre a alfafetoproteína (AFP). 

Trata-se de um exame que ajuda a detectar a existência de tumores em várias regiões do nosso corpo, entre eles: estômago, intestino e ovários. Ele ainda investiga se existem metástases no fígado. 

MCA 

Um dos exames mais solicitados para identificar o câncer de mama é o MCA. O antigênio mucoide é relacionado ao carcinoma (MCA). 

O câncer de mama é detectado quando o número está acima de 11 U/ml. 

No entanto, é fundamental deixar claro que o número pode estar aumentado em casos menos graves. Como é o caso de tumores benignos do ovário, útero ou próstata.

Se o câncer de mama for identificado, um oncologista é o especialista mais adequado para auxiliá-lo desde o início até o final do tratamento. 

Antígeno tumoral da bexiga (BTA)

Esse exame é solicitado pelos médicos para identificar o câncer de bexiga. 

Para o paciente ser diagnosticado com essa doença, o valor do exame deve estar acima de 1. 

A BTA também pode ser detectada em situações que apresentam menos riscos para a saúde como inflamação dos rins ou da uretra. 

Antigênio prostático (PSA)

É um dos exames mais importantes para o homem. Ele ajuda a identificar se há a presença de câncer de próstata. 

Para confirmar o diagnóstico, o médico pede ao paciente para fazer outros exames, como o toque retal e ecografia à próstata

No Brasil, quase 49% dos homens nunca fizeram o exame de toque retal. Quanto mais cedo for identificado o problema, melhor será para o paciente. 

CA 125

O câncer de ovário traz vários sintomas que incomodam o corpo da mulher. Os mais comuns são: fadiga, dor no estômago, dor nas costas, dor durante a relaxação sexual, alterações menstruais, entre outros. 

Quando a paciente apresenta esses sinais, o médico solicita o exame CA 125. Ele serve para identificar a chance e monitorar o desenvolvimento da doença. 

O diagnóstico do câncer é feito quando o resultado do exame está acima de 65U/ml. 

No entanto, ele pode aumentar quando o paciente tem outros tipos de doenças como:

  • cirrose;
  • cistos;
  • endometriose;
  • hepatite;
  • pancreatite.

Calcitonina

A Calcitonina é outro exame importante da nossa lista. Ela pode identificar três tipos de câncer: tiroide, mama ou pulmão. 

A doença é reconhecida quando o resultado do exame é maior que 20 pg/ml. 

Tireoglobulina

Vamos finalizar a nossa lista falando sobre a Tireoglobulina. 

Esse exame ajuda a identificar o câncer de tireoide. Para fazer um diagnóstico mais completo, o médico pode solicitar ainda o TSH. 

Existem ainda outros exames complementares de imagem que ajudam a confirmar a doença: ecografia, radiografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada.

Para finalizar o diagnóstico, é possível ainda fazer ressonância magnética e biópsia. 

O médico pode solicitar ao paciente vários exames para fazer rastreio do câncer. O mais importante é ter paciência, cuidado e confiança no profissional. Assim, será mais fácil finalizar todos os processos com segurança. 

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Qual é o papel do oncologista no tratamento do câncer?

Qual é o papel do oncologista no tratamento do câncer?

A Oncologia, conhecida também como Cancerologia, é uma área da medicina que tem como objetivo lidar não só com tumores benignos, mas também com o câncer. 

Esse especialista consegue identificar se a doença está em estágio avançado e qual é o tratamento mais indicado para cada tipo de neoplasia. 

O oncologista trabalha em conjunto com uma equipe multidisciplinar para ajudar o paciente em todas etapas. 

Neste artigo, vamos explicar qual é o papel do oncologista durante o tratamento e porque é importante o envolvimento do paciente nesse processo. 

Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas. 

Qual é o papel do oncologista no tratamento do câncer? 

O papel do oncologista é muito importante durante o tratamento. O profissional está envolvido em todas etapas, desde o diagnóstico até a cura.

Ele define o tipo de tratamento para o paciente e faz o acompanhamento de todo o processo até o término ou para toda a vida. O período depende de cada caso. 

É importante deixar claro que o profissional é responsável por vários tipos de tumores. 

Como funciona a consulta com o profissional? 

Normalmente os pacientes já chegam ao consultório com o diagnóstico completo da doença. Mesmo assim, o oncologista adota uma série de medidas para definir qual será o tratamento mais adequado. 

Mesmo que o paciente já tenha feito alguns exames com um especialista, o oncologista solicita outros exames para verificar se a doença está em estágio inicial ou avançado. 

Depois, ele define as terapias que serão aplicadas e qual será a ordem. 

Quais são os tipos de tratamento? 

A Medicina executa vários tipos de tratamento para câncer: 

  • quimioterapia;
  • radioterapia; 
  • hormonoterapia;
  • imunoterapia;
  • cirurgia. 

O mais interessante é que esses tratamentos podem ser utilizados de forma isolada, em associação ou em sequência. A escolha depende de cada caso. 

No fim do tratamento, o profissional ainda acompanha o paciente porque existem possibilidades do tumor voltar.  Além disso, o médico pode identificar outras doenças em decorrência do tratamento. 

Como deve ser a relação entre médico e paciente? 

A participação do paciente é fundamental para o sucesso do tratamento. Ele deve sentir confiança no oncologista para que os dois tomem decisões sempre em conjunto. 

O paciente precisa entender todos os detalhes da doença, quais são as projeções, o objetivo de cada tratamento e auxiliar nas decisões do médico. 

A informação é um recurso fundamental. Por meio dela, o paciente consegue ter mais segurança e receber melhor o tratamento. 

Em grande parte dos casos, o diagnóstico do câncer é uma surpresa para o enfermo. No entanto, o tratamento deve ser executado com transparência. 

Antes de escolher um profissional para cuidar do seu tratamento, devem ser analisados diversos itens. Dentre os mais comuns, recomendamos:

  • experiência e reputação;
  • disponibilidade do oncologista e da sua equipe;
  • comunicação;
  • participações em estudos clínicos;
  • localização do consultório. 

A escolha de um bom oncologista é fundamental para o sucesso do tratamento do câncer.  

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Carcinoma basocelular: quais são os primeiros sinais?

Carcinoma basocelular: quais são os primeiros sinais?



O carcinoma basocelular é a forma mais comum de câncer de pele e o tipo de tumor maligno mais frequente no Brasil e no mundo. A doença representa cerca de 30% de todos os tipos de cânceres diagnosticados no Brasil. Só isso já dá uma ideia de como ele é comum.

Somente em 2020, são esperados cerca de 177 mil novos casos da doença no país, conforme o Instituto de Nacional de Câncer (Inca).

Felizmente, o carcinoma basocelular cresce de forma lenta. Assim, a maioria é curável e gera danos mínimos, quando diagnosticado e tratado de maneira precoce.

Entenda mais sobre a doença, a seguir.

Como é o carcinoma basocelular?

Em primeiro lugar, para compreender o desenvolvimento deste tipo de câncer, é importante saber que um dos três principais tipos de células da parte superior da pele são as células basais.

Elas são eliminadas à medida que novas se formam. O câncer ocorre quando os danos no DNA, causados pela exposição à radiação ultravioleta do sol, ou mesmo pelo bronzeamento artificial, desencadeiam alterações nas células basais.

Assim, isso resulta em crescimento descontrolado das células, gerando o câncer.

Como identificar o carcinoma basocelular?

Primeiramente, é preciso ficar atento ao aspecto da pele, principalmente das áreas mais expostas ao sol. Em geral, este tipo de câncer de pele pode parecer uma ferida aberta que não melhora.

Em outros casos, ele pode se manifestar como uma mancha vermelha, erupções cutâneas de cor rosada, nódulos brilhantes, cicatrizes ou erupções elevadas na pele.

Outro sinal é a formação de uma crosta na pele, que pode coçar ou sangrar. Lembrando que este tipo específico de câncer ocorre em áreas expostas ao sol. 

Outra informação importante diz respeito aos locais do corpo em que é necessário estar mais atento. Verifique com atenção seu rosto, orelhas, couro cabeludo, pescoço, ombros, costas e tórax.

Fatores de risco

Já mencionamos a exposição ao raios ultravioleta como sendo o principal fator de risco para a doença. No entanto, existem outras causas para o desenvolvimento deste tipo de câncer, que incluem:

  • histórico pessoal ou familiar de câncer de pele;
  • idade acima dos 50 anos;
  • pele clara;
  • infecções ou inflamações recorrentes na pele;
  • cicatrizes;
  • bronzeamento artificial.

Em pessoas negras, o tumor pode se desenvolver em regiões mais claras, como as palmas das mãos e plantas dos pés. A maioria dos carcinomas basocelulares são curáveis, principalmente aqueles detectados cedo. Nos casos mais leves, uma simples cirurgia a nível ambulatorial é suficiente para tratar a doença.

Já em quadros graves, pode ocorrer a desfiguração do local da lesão, assim como metástases. Por isso, é importante que você procure um médico especialista a qualquer sinal de alteração na pele.

Uma pinta aparentemente inofensiva deve ser analisada por um dermatologista. Não negligencie os sinais do seu corpo!

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Saiba mais sobre o tratamento e prevenção do câncer de pele melanoma

Saiba mais sobre o tratamento e prevenção do câncer de pele melanoma



O câncer de pele melanoma é o tipo mais grave, porém, menos frequente. Ele representa apenas 3% de todos os tumores que atingem a pele. Neste caso, o melanoma apresenta maior risco, devido à sua capacidade de disseminação para outras partes do corpo.

Como o próprio nome diz, este é um tumor que atinge as células cutâneas, chamadas de melanócitos, que dão origem à pigmentação e à cor da pele.

Apesar do maior risco, a sobrevida do paciente com melanoma é bastante favorável, principalmente nas etapas iniciais de desenvolvimento do câncer.

Vamos nos aprofundar no tema, a seguir.

Sinais do câncer de pele melanoma

O melanoma pode se manifestar em forma de pintas, manchas ou outros sinais na pele. Em primeiro lugar, este é um tipo de câncer mais comum em regiões do corpo expostas ao sol, como rosto, couro cabeludo, costas, pescoço, mãos e braços.

No entanto, o melanoma também se desenvolve em áreas protegidas, como os olhos, parte interna da boca e genitais, por exemplo.

Nesse sentido, é preciso ficar atento ao surgimento de pintas de tom escuro e bordas irregulares, principalmente se acompanhadas de coceira e descamação. A doença também pode surgir em pintas ou verrugas já existentes.

Nesse caso, esses sinais terão alterações de tamanho, formato e coloração, incluindo bordas irregulares.

É possível prevenir o melanoma?

Sim e não. Fatores ligados ao histórico pessoal e familiar da doença, bem como alterações genéticas, são elementos de difícil intervenção para prevenir este tipo de tumor.

Em outros casos, é possível se proteger contra o câncer, evitando alguns fatores de risco, como a exposição ao sol sem proteção UV. Isso é importante principalmente para o grupo de maior risco, como pessoas de pele, olhos e cabelos claros.

Além disso, as crianças não devem ser expostas ao sol precocemente. Isso deve ocorrer somente a partir dos seis meses de idade, desde que se utilize o protetor solar voltado para essa faixa de idade.

Crianças maiores devem brincar ao ar livre somente no horário de “sol amigo”, antes das 10 h e após as 16 h.

Outra forma de prevenção é buscar um dermatologista para analisar a evolução de pintas ou verrugas. Pode ser recomendada a remoção preventiva desses sinais, em alguns casos.

Tratamento do câncer de pele melanoma

O tipo de tratamento escolhido irá depender de diversos fatores, como a idade e a saúde geral do paciente, o estágio do câncer, além de possíveis efeitos colaterais.

Assim, o câncer de pele melanoma pode ser tratado com uma cirurgia simples, feita a nível ambulatorial, ou necessitar de medicamentos e terapia com radiação. Isso irá depender da evolução da doença.

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Carcinoma de células escamosas: o que é?

Carcinoma de células escamosas: o que é?



O carcinoma de células escamosas diz respeito ao câncer que se desenvolve nessas células, também chamadas de epidermoides. As células escamosas fazem parte da pele, revestimentos da cabeça e pescoço, útero, dentre outros órgãos.

A parte mais externa da pele, por exemplo, chamada de epiderme, é composta por três tipos de células: as escamosas, basais e os melanócitos, responsáveis pela tonalidade cutânea. Esses elementos sofrem alterações constantes, se renovando com o surgimento de novas células.

Quando algum fator prejudica a geração de células saudáveis da pele, como a exposição à radiação ultravioleta, ocorre uma multiplicação desenfreada de células com DNA alterado. Isso caracteriza a formação do câncer de pele.

A depender da região prejudica pelo câncer, podemos ter um carcinoma de células escamosas, também chamado de espinocelular, carcinoma basocelular ou melanoma.

Vamos conhecer mais sobre o câncer de células escamosas, a seguir.

Como é o carcinoma de células escamosas?

O câncer de células escamosas é caracterizado pelo desenvolvimento de manchas vermelhas na pele, bem como feridas abertas ou verrugas cutâneas. 

Tais alterações podem surgir em diferentes regiões do corpo, no entanto, é mais comum que ocorram onde existe maior exposição à radiação ultravioleta do sol, ou lâmpadas de bronzeamento artificial. 

Este tipo de câncer apresenta bom resultado no tratamento, ou seja, não costuma oferecer risco à vida do paciente. De toda forma, caso não seja tratado de forma correta, a neoplasia pode se tornar algo perigoso. Isso pode ocorrer quando as lesões cancerígenas aumentam de tamanho, ou se espalham para outras regiões do corpo.

Sintomas do carcinoma espinocelular

Regiões do rosto, orelhas, mãos, tórax, costas, couro cabeludo e lábios são as mais atingidas por este tipo de câncer, já que são mais expostas ao sol. Nesses áreas, pode surgir uma simples mancha vermelha, que pode alterar de tamanho e forma.

Na boca, o carcinoma apresenta um aspecto de úlcera ou mancha de cor branca. Feridas que não cicatrizam também podem representar o crescimento desse tipo de câncer de pele.

Fique atento às erupções cutâneas que crescem lentamente, bem como elevações em pintas, verrugas ou outros sinais de pele que se alteram com o tempo.

Procure um dermatologista para que o médico realize uma avaliação apurada da lesão.

Principais fatores de risco para o carcinoma de células escamosas

Algumas características físicas e hábitos do dia a dia aumentam o risco de desenvolvimento do câncer. Os principais deles incluem:

  • ter pele, cabelos e olhos claros;
  • exposição à radiação ultravioleta do sol ou de bronzeamento artificial;
  • trabalhar debaixo do sol;
  • histórico de queimaduras de sol, principalmente no início da vida.

O carcinoma de células escamosas é bastante tratável, desde que o paciente busque atendimento médico o quanto antes.

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Tire suas dúvidas sobre o câncer de ovário

Tire suas dúvidas sobre o câncer de ovário



O câncer de ovário é o segundo tumor ginecológico mais frequente no Brasil. Em primeiro lugar, está o câncer de colo do útero.

Quase 4 mil mulheres perderam a vida em decorrência do tumor ovariano, em 2017. Para 2020, espera-se 6.650 novos casos da neoplasia, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Neste artigo, busco esclarecer as principais dúvidas das mulheres com relação a este tipo de câncer. Por isso, a leitura é essencial como medida de prevenção.

Quais são os sintomas do câncer de ovário?

Nos estágios iniciais, os sintomas do câncer de ovário podem ser confundidos com outras doenças, já que, inicialmente, ele manifesta sinais sutis. Infelizmente, esta é uma neoplasia que demonstra sintomas em estágios mais avançados.

Quando isso acontece, os principais sintomas incluem:

  • inchaço;
  • dor pélvica ou abdominal;
  • dificuldade em comer ou sentir-se cheio rapidamente;
  • sintomas urinários (urgência ou frequência).

Caso os sintomas persistam por mais de duas semanas, não hesite em buscar a ajuda do seu ginecologista.

Existe prevenção para o câncer de ovário?

Infelizmente, não. O que existe é a observação de que o uso de contraceptivos orais diminuem em até 50% o risco de desenvolvimento da doença, caso sejam utilizados por, no mínimo, cinco anos.

Outra observação interessante é que a gravidez e a amamentação também reduziram o risco de câncer no ovário. Outros estudos mostraram que a ligadura, a histerectomia e a remoção dos ovários também foram medidas preventivas responsáveis pela redução de novos casos da doença.

De todo modo, em caso de risco comprovado para a doença, como genes ligados ao desenvolvimento deste tipo de tumor, deve-se conversar com o seu médico sobre as melhores ações a serem tomadas.

Há relação entre o câncer de mama e o câncer de ovário?

O câncer de mama e de ovário podem ser causados ​​por mutações nos genes BRCA1 e BRCA2. Os genes podem ser detectados em exames genéticos.

A relação entre as doenças existe, inclusive, quando uma mulher desenvolve câncer de mama antes dos 50 anos. Nessas pacientes, existe duas vezes mais chances para o desenvolvimento de um câncer de ovário.

A alteração em outros genes tem associado o câncer de ovário, inclusive, aos cânceres colorretal e de útero.

Quem removeu o ovário tem risco para a doença?

Não. Porém, existe um tipo de tumor semelhante ao câncer de ovário que ainda pode ser desenvolvido, mesmo após a remoção dos órgãos. Estamos falando do câncer de peritôneo, que deve ser tratado com os mesmos medicamentos usados para o tratamento do câncer ovariano.

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4 dúvidas comuns sobre o câncer de endométrio

4 dúvidas comuns sobre o câncer de endométrio



O câncer de endométrio faz parte dos diferentes tipos de tumores que podem atingir o corpo do útero. O endométrio é a parte do útero em que ocorre a implantação do embrião. Ou seja, é lá onde começa todo o processo de fecundação e a gravidez.

Um câncer no endométrio pode causar complicações para a vagina e o fígado, já que as células cancerígenas do órgão podem se espalhar, causando metástase nesses locais.

Neste artigo, separei as principais perguntas sobre este tipo de neoplasia. Confira, a seguir.

1# Quais são os sintomas do câncer de endométrio?

O principal sinal da doença – presente em cerca de 90% dos casos – são os sangramentos anormais na vagina. Esse sinal ocorre quando há pequena quantidade de sangue fora do período menstrual.

Isso também acontece com as mulheres na menopausa. Neste último caso, o sintoma é ainda mais alarmante. Outros sintomas da doença incluem:

  • corrimento anormal;
  • sangramento menstrual mais intenso do que o comum;
  • dor pélvica;
  • sensação de massa na região pélvica;
  • perda de peso sem motivo aparente.

2# Qual a gravidade do meu caso?

Em geral, a gravidade de qualquer câncer é obtida após a realização de diversos exames, da biópsia e, em alguns casos, depois de uma cirurgia. De qualquer forma, os tumores são classificados do número 1 ao 4, sendo o estágio 1 o menos grave, enquanto o estágio 4 representa os de maior gravidade.

3# Qual o tipo de tratamento devo fazer contra o câncer de endométrio?

Em qualquer quadro de câncer endometrial, a cirurgia é sempre um método utilizado. Outras opções dependerão do estágio do câncer, da idade e saúde geral da paciente, dentre outros fatores.

Essas opções de terapias contra o câncer de endométrio podem incluir:

  • histerectomia, que é a remoção do útero;
  • radioterapia;
  • quimioterapia;
  • imunoterapia;
  • outros medicamentos.

4# Por que eu tive câncer endometrial?

O desenvolvimento do câncer endometrial ocorre por alguns fatores de risco, que facilitam e até mesmo podem determinar o seu surgimento. As principais causas desta doença incluem:

  • idade: mulheres acima dos 60 anos são as mais atingidas;
  • níveis hormonais: níveis irregulares de estrogênio e progesterona aumentam o risco do câncer, principalmente nas fases da pré/menopausa;
  • excesso de peso: IMC acima de 25 é um fator de risco para o câncer. Quanto maior o peso, maior é o risco;
  • genética: mutações genéticas podem favorecer o desenvolvimento do câncer de endométrio, como ocorre na síndrome de Lynch, que também causa risco de tumores malignos no cólon, ovário, dentre outros.

Por fim, restou alguma dúvida sobre o câncer de endométrio, que não foi respondida neste artigo? Deixe nos comentários! De todo modo, se você desconfia dos sintomas apresentados, então, procure o seu ginecologista para que seja feita uma avaliação o quanto antes.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!



Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos